Queismo, Coisismo, Gerundismo e Clichê

  • Queismo

Repetir a palavra “que” demasiadamente torna o texto cansativo e pobre. Exemplo: Por isso, é importante que, antes de tomarmos uma decisão, pensemos nas vantagens e desvantagens que ela poderá trazer. As vezes, o medo de seguir pela opção errada é tão grande que nem sequer lembramos que se não der certo, basta voltar atrás e recomeçar.

  • Coisismo
Queismo, Coisismo, Gerundismo e Clichê

Queismo, Coisismo, Gerundismo e Clichê

Só se usa a palavra “coisa” quando não houver outra alternativa mais específica.  Exemplo: “Na adolescência, começamos a descobrir muitas coisas novas tanto em nosso corpo quanto na vida. Sem dúvida, a descoberta mais marcante é o sexo. É neste período de nossas vidas que somos irresponsáveis e inconsequentes, pois não medimos palavras nem atitudes, ou seja,, agimos no impulso do momento, e, muitas vezes, fazemos coisas de que nos arrependems para o resto de nossas vidas.

 

  • Gerundismo

É repetir o gerúndio (-ndo) desnecessariamente que torna o texto de uma redação cansativo e pobre.

Exemplo: Madame Natasha tem horror a música e considera “gerundismo” uma palavra horrorosa. Pede desculpas, mas não lhe ocorre outra. Ela achou na internet um manifestou contra essa praga verbal. Não sabe quem é o autor e se dispõe a dar-lhe o devido crédito.  Ao manifesto: “Este artigo foi feito especialmente para você que possa estar recortando, estar imprimindo e estar fazendo diversas cópias, para estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível que parece estar se disseminando na comunicação moderna, o gerundismo.”

  • Clichê

O abuso do lugar comum revela pobreza de vocabulário.