Aproveitamos este espaço para divulgar dois modelos de redação dissertativa

Modelo de Redação Dissertativa

Modelo de Redação Dissertativa

Modelo de Redação Dissertativa para você se inspirar na hora de escrever as suas redações. Vale a pena conferir algumas ideias para saber por onde começar.

Consumismo: felicidade maquiada

Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, no qual a dinâmica de informações é intensa e constante. A troca de ideias e mercadorias entre os mais distantes lugares tornou-se ainda mais frequente e rápida após o advento da internet. Dentro desse contexto, há um importante fator que deve ser levado em consideração: a mídia como um mecanismo de manipulação das massas.

Através de inúmeros meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso utiliza-se de algumas artimanhas, como artistas famosos e queridos que incitam o público a comprar os produtos divulgados. O ser humano nasce e cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia, e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, joia, celular ou qualquer outro produto. Divulga-se constantemente a ideia da felicidade comprada.

O individuo que nasce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores interiores e subjetivos, como a amizade, o amor ao próximo, o companheirismo, o respeito, a dignidade, a honestidade que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é comumente buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Não há como afirmar que tais bens são dispensáveis à felicidade, porém estes não estão capacitados a trazer a realização pessoal buscada pelo homem.

A partir das ideias discutidas, podemos concluir que uma das melhores maneiras de garantir a realização pessoal é combatendo o consumismo incitado pela mídia – uma vez que este proporciona uma felicidade maquiada e momentânea que não caracteriza uma realização pessoal plena e sólida – e educando nossas crianças com base em valores como a solidariedade, o amor e o respeito.

Autor: Natalia Yumi Yamamoto

(adaptado do original)

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Modelo de Redação Dissertativa

Segue abaixo, outro modelo de redação dissertativa

 

Felicidade à Venda

Há, ainda, nos dias de hoje, pessoas que acreditam que a felicidade está relacionada às posses materiais. A sociedade atual parece viver um escurecimento progressivo de suas ideias, crenças e valores, numa jornada inversa à da busca da Humanidade pela luz, descrita no mito da caverna de Platão. As pessoas parecem distanciar-se dela cada vez mais, investindo sua energia em conceitos que exigem pouquíssimo esforço intelectual, porém boa capacidade econômica: a valorização da posse em detrimento do valor humano.

Um artista popular de grande sucesso, em especial entre as camadas mais simples e pobres da população, Odair José, já cantava nos anos 70 (seria mera coincidência ser essa a época dos “milagres econômicos” anunciados de peito estufado pela ditadura militar?): “(…) A felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes (…)”. Três décadas depois do lançamento dessa música, temos o consumo como sinônimo de felicidade, levando-nos a crer que o que existe na verdade são momentos de consumismo. Podemos possuir o último modelo, a tecnologia de ponta e a moda mais atual, mas, assim como a felicidade da música citada, tudo é efêmero. Muito em breve o guarda-roupa estará ultrapassado e a tecnologia defasada. O dinheiro se vai, os objetos se quebram, se acabam, se desgastam, e a falsa felicidade não dura muito mais que as suas representações físicas.

Porém, ao observarmos a Natureza, aprendemos que a mudança é algo positivo; a adaptação a novas condições é essencial para a continuidade da vida. Facilidades do mundo moderno devem ser aproveitadas, por questão de praticidade, conforto, necessidade, e não como meios ordinários de preencher o espaço da insatisfação pessoal ou da vaidade do ser humano.

Autor: Aline Regina Canhassi Hernandes

(adaptado do original)

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