Como utilizar a função poética de linguagem?

Você já percebeu em algum momento de sua vida que cada situação ocorrida no meio em que vivemos ao serem escritas se utilizam de uma forma de linguagem bastante peculiar, e também diferenciada, podemos assim dizer que cada linguagem e mensagem passada possuem uma intensão assim como também cada ambiente social poderá exigir algum tipo de linguagem diferenciada para comunicação. Desta forma o vocabulário que devemos utilizar para de alguma forma nos comunicarmos deverá ter assim uma função direta e também específica em um texto, como emocionar, transmitir a realidade dos fatos, persuadir ou também simplesmente estabelecer assim um contato maior com o receptor das mensagens.
Estamos falando de algumas figuras de linguagem ou melhor, funções que são definidas como referencial, denotativa, emotiva ou expressiva, conotativa ou apelativa fática, metalinguística e poética.

Função poética de linguagem

função poética de linguagem

função poética de linguagem

A linguagem escrita de forma poética deverá valorizar assim um texto quando o autor se utilizar de uma determinada combinação de palavras, figuras de linguagem e também alguns sentidos diferenciados deverão ser explorados no que está escrito.
A forma mais comum utilizada nos meios literários em especial em poemas é a subjetividade, e também podemos encontrar este tipo de função descrita em anúncios de publicidade, prosa, e também aliada a diversos tipos de função, como a função emotiva.
É muito comum se utilizar das palavras no sentido conotativo, ao invés de no denotativo.
Veja abaixo exemplos de anúncio publicitário e poema e a forma correta e coerente de como são estruturados corretamente:,

Anúncio publicitário:

“Chegou o milagre azul para lavar!
Lave na espuma de Omo e tenha a roupa mais limpa do mundo!
Onde Omo cai, a sujeira sai!” (propaganda Omo, 1957)

Poema:

“…Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda…”

(Fernando Pessoa, Poema em linha reta)