Qual a melhor forma de se expressar?

O conteúdo principal do texto é a grande chave do que foi escrito, mas se reconhecermos o texto este irá traduzir a real intensão do seu autor e então podemos assim concluir que a linguagem é o mais importante. Uma das grandes qualidades existentes em um texto, e também de qualquer conceito textual, é a de que seja objetivo, traga sempre dados e informações relevantes para o que está sendo escrito, que seja principalmente bem fundamentado, etc. Além disso também existem outros fatores onde o modo dessas idéias objetivas são organizadas, as técnicas utilizadas para isso são algumas opções do autor e também de suas preferências. Existir algo pessoal no texto é sempre muito importante, a junção do que foi pessoal e do que é o objetivo é o que caracteriza, no texto, o que chamamos linguagem. Se neste texto final o predominante é o caráter objetivo do que foi escrito teremos então a linguagem conceitual, se o que predominar o que foi escrito for a subjetividade, teremos então uma linguagem poética, seja ela qual for é a própria essência do autor, e assim confirma a relação entre autor/leitor.

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A personalidade da linguagem

A linguagem conceitual possui algumas características bastante distintas que levam ao leitor ter algumas posturas que exigem objetividade, compreensão denotativa da mensagem, ou seja dar um sentido real aquilo que foi escrito, utilização de um raciocínio ou também de uma postura racional, a compreensão da realidade que deve partir do geral para o particular. E principalmente abstração da realidade, pois todo o conceito disto será abstrato.

A personalidade da linguagem do que foi escrito por mais conceitual que seja esta linguagem, ela sempre será tratada de forma pessoal, aliás a grande questão da linguagem conceitual não é estipulada pela quantidade de elementos subjetivos ao texto, e esta condição dependerá muito da função definida que o texto possui, e também do leitor a que se destina passar ás informações.

A linguagem será tratada como a consequência de um ato que for intencional do autor, e por mais objetiva que ela seja, teremos de entender que a subjetividade do autor não para de funcionar no momento que ele começa á escrever.