Classificação das Orações Coordenadas Sindéticas

Orações Coordenadas Sindéticas – Muitas pessoas ao escreverem um texto, possuem muitas dúvidas quanto a nossa língua portuguesa, já que ela é cheia de mistérios e entremeios que muitas vezes nos confunde ao escrever, e acabamos nem sempre passando a ideia que realmente queríamos transmitir, a seguir daremos algumas dicas de como se utilizar e as definições de Orações Coordenadas Sindéticas.

Então de acordo com o tipo de conjunção que introduz as orações, as orações coordenadas sindéticas podem por definição serem consideradas como aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas ou explicativas.

  • Orações Aditivas:
Orações Coordenadas Sindéticas

Orações Coordenadas Sindéticas

Estas expressam a ideia de quem lê adição, acrescentamento, indicando fatos, acontecimentos, ou também pensamentos disponíveis em sequência. Nas conjunções coordenativas aditivas típicas são  “e” e “nem” (= e + não). Introduzem as orações coordenadas sindéticas aditivas.

Como no exemplo abaixo:

Discutimos várias propostas e analisamos possíveis soluções.

  • Orações adversativas:

São aquelas que exprimem fatos ou também conceitos que são opostos ao que se declara na oração coordenada anterior, ao estabelecer um contraste ou também compensação “Mas” é a conjunção adversativa típica. Além dela, empregam-se:  porém, contudo, todavia, entretanto e as locuções no entanto, não obstante, nada obstante. Introduzem as orações coordenadas sindéticas adversativas.

Veja alguns exemplos abaixo:

“O amor é difícil, mas pode luzir em qualquer ponto da cidade.” (Ferreira Gullar)

Janaína gostava de cantar, todavia não agradava.

O país é extremamente rico; o povo, porém, vive em profunda miséria.

Tens razão, contudo controle-se.

O time jogou muito bem, entretanto não conseguiu a vitória.

Alguns pontos a serem sinalizados são importantes, como por exemplo, algumas vezes a adversidade pode ser introduzida pela conjunção “e”, isto pode ocorrer normalmente em orações coordenadas que possuem assim sujeitos diferentes:

Deus cura, e o médico manda a conta.

Neste ditado pode-se claramente ver que há a intenção de se criar um contraste. Observe que equivale a uma frase do tipo: “Quem cura é Deus, mas é o médico quem cobra a conta!”

Assim como também a conjunção “mas” pode aparecer com valor aditivo.

Por Exemplo:

Camila era uma menina estudiosa, mas principalmente esperta.